segunda-feira, 19 de junho de 2017

Fórum de Temas Nacionais 2017 da ADVB recebe Marcos Cintra

O presidente da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e vice-presidente da FGV (Fundação Getulio Vargas), Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque, é o palestrante convidado do próximo Fórum de Temas Nacionais 2017, que será promovido pela ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing) no dia 23 de junho, a partir das 8 horas, no Hotel Maksoud Plaza, na capital paulista. O tema central da palestra é “Inovação e Competitividade Empresarial: bases para aceleração do crescimento do país”.

O Fórum de Temas Nacionais tem o objetivo de discutir assuntos que afetam a economia do país e que impactam diretamente o desenvolvimento das empresas e, consequentemente, o desempenho das vendas. Já participaram do Fórum nomes como Raimundo Colombo (governador de Santa Catarina), Marcos Antonio Monteiro (secretário de Planejamento e Gestão do Estado de São Paulo) e o professor Dr. Simão Davi Silber, membro do Conselho Curador da Fipe, entre outros. O encontro tem patrocínio do Hotel Terras Altas, Ghelfond Diagnósticos e Mongeral.

O evento será transmitido ao vivo, por streaming, pelo site da ADVB.

Fórum de Temas Nacionais ADVB 2017
Data: 23 de junho de 2017
Horário: 8h às 10h
Local: Hotel Maksoud Plaza - Rua São Carlos do Pinhal, 424 - São Paulo - SP




Fonte: http://wbid.me/1_5NZw

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Introdução ao Imposto Único


Disponibilizo aos interessados esta apresentação introdutória sobre o Imposto Único realizada na Casa do Saber. 
https://goo.gl/hOucPS


segunda-feira, 5 de junho de 2017

Fórum de Investimento Brasil 2017

Durante exposição no Fórum de Investimento Brasil 2017, realizado em São Paulo, enfatizei que o Brasil deve estimular o investimento privado em inovação e ainda aproximar o meio acadêmico do capital para viabilizar mais pesquisas.


Click no link para ler a matéria completa da Finep: https://goo.gl/3uNpfE

terça-feira, 30 de maio de 2017

Quem reage contra o Imposto Único?

  As pessoas com frequência querem saber porque o Imposto Único, mesmo sendo mais eficiente que a estrutura fiscal vigente, encontra vários entraves para ser implantado no Brasil. A dificuldade deriva de grupos que se organizam para defender interesses envolvidos com a guerra fiscal, com os ganhos auferidos por sonegadores, com os esquemas de corrupção e com o poder de burocratas públicos e privados. Essa minoria atua fortemente contra um sistema que acabaria com seus privilégios. Com o Imposto Único ganham os trabalhadores, os consumidores, as empresas e o poder público.    


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Impacto do Imposto Único sobre as empresas

Um tema que chama muito a atenção nas palestras que apresento é o efeito do Imposto Único sobre as empresas. Neste resumo comparativo entre a situação vigente e como seria se o Imposto Único fosse implantado conclui-se que a mudança reduziria expressivamente o ônus tributário sobre o setor produtivo, elevando a lucratividade dos negócios. Com maior rentabilidade as firmas poderiam expandir os investimentos e incrementar a oferta de empregos. Haveria forte impacto sistêmico sobre a atividade produtiva brasileira.

Clique no link para obter o resumo comparativo: https://goo.gl/jRnOul

domingo, 21 de maio de 2017

O exemplo do Chile




O exemplo do Chile

Por Marcos Cintra - 21/05/2017

Sempre que pretendemos medir o nível de desenvolvimento de um país, observamos métricas clássicas, como índices de desigualdade social, percepção de corrupção pela população, taxas de desemprego e de crescimento econômico. Uma nação latino-americana tem experimentado melhoria em vários desses índices. O Chile detém hoje a liderança na América Latina com os melhores PIB per capita e IDH. A escolaridade média também está entre as mais altas do continente.
A posição de vanguarda dos chilenos é justificada por ações do governo, seja na criação de um ambiente favorável ao empreendedorismo, seja por investimentos em ciência, tecnologia e inovação. É possível, a partir daí, estabelecer um nexo de causa e efeito entre a melhora dos indicadores do país e os esforços do poder público para desburocratizar a vida de quem pretende inovar e empreender.
O Brasil pode extrair lições do vizinho sul-americano. É condição indispensável para reduzir a pobreza e a desigualdade social que o Estado, em parceria com agentes econômicos e a sociedade, seja o catalisador de um processo que privilegie o fomento à inovação e à produção de ciência, posicionando-as no mesmo patamar de importância da educação e da saúde.
Em tempos de austeridade, o papel do Estado, é bom frisar, não se resume à alocação orçamentária. Recomenda-se observar o binômio “incentivo financeiro e incentivo em pessoas”.
Além dos necessários recursos financeiros, é importante que se transforme a mentalidade e a cultura brasileiras de modo a assimilar os riscos inerentes à atividade empresarial para o desenvolvimento dos negócios em longo prazo; e os desafios de fazer ciência propriamente dita.
Na hecatombe fiscal em que vivemos, buscar alternativas que fujam das despesas vultosas — como a de proporcionar outra visão da ciência entre jovens — permite colher frutos mais adiante. Promover, principalmente neste público, um olhar moderno, contemporâneo, que aviste também o mercado. Um saber que não é restrito aos laboratórios nem às salas de aula, mas que transita entre o que se vê nas ruas e o que se aprende nas escolas.
A Finep reforça o seu papel de agente transformador de uma nova visão da ciência por meio do apoio à exposição “Inovanças: criações à brasileira”, no Museu do Amanhã, no Rio. São apresentados 39 inventos que aliam criatividade, conhecimento, tecnologia, ciência e, sobretudo, transformam tudo isso em benefício para a sociedade.
Além de mostrar nosso potencial criativo, a exposição leva ao país e para fora dele a importância do conhecimento e da inovação como condição para o mundo do futuro.
A medida de atenção que um país empresta ao seu desenvolvimento tecnológico e à construção de um ambiente promissor para o empreendedorismo é uma importante credencial para seu posicionamento como liderança geopolítica. Tão necessária quanto é a missão de despertar em jovens e adolescentes o apreço pela ciência, por criações e pelo risco.
São essas as condições necessárias para que o Brasil ambicione assumir posição de protagonista na América Latina e no mundo. Assim como o Chile.

Marcos Cintra é presidente da Finep e professor da Fundação Getulio Vargas

Para ler o artigo no jornal O GLOBO, clique no link: